Os benefícios à saúde, física e psicológica, proporcionados por hábitos de sono adequados são inúmeros, como a redução dos níveis de estresse, controle dos hormônios de apetite, estímulo de raciocínio, e até mesmo o rejuvenescimento da pele.

Por esses motivos, é sempre muito importante manter o sono em dia, para isso é necessário manter uma dieta saudável, uma rotina fixa e uma forte disciplina mental, além de todo o equipamento essencial básico, que podem se resumir em colchão e travesseiro.

Tratar o hábito de dormir com mais seriedade é o primeiro passo para se adquirir todos esses benefícios proporcionados pela saúde do sono.

O que muitas pessoas desconhecem, é que o hábito de dormir bem pode ser muito benéfico para a memória.

Para ajudar a trabalhar melhor o sono, de forma que contribua para um melhor funcionamento da memória, separamos algumas dicas importantes.

 

Frequência do sono:

Quando se fala em “qualidade de sono”, muitas pessoas, automaticamente, pensam em “falta de sono”, entretanto, o que muita gente não sabe, é que nem sempre uma coisa tem relação com a outra.

Dormir menos que o recomendado, normalmente sete horas por dia, pode ser bastante prejudicial, mas dormir muito também é, principalmente na fase adulta, quando precisamos manter uma rotina bem estabelecida de sono, nem muito mais nem muito menos do que as sete horas recomendadas pelos especialistas, pois ultrapassando ou não alcançando esse tempo, a  danos na memória pessoa pode, entre outros infortúnios, sofrer com alguns problemas de memória.

Especialistas comentam que a rotina de sono pode alterar os níveis da pressão arterial, fazendo com que os vasos sanguíneos se estreitam, o que diminui o fluxo de sangue no cérebro. Com o fluxo de sangue menor, fica mais difícil o sistema do corpo levar os nutrientes até o cérebro, que necessita de oxigênio e açúcar para o melhor funcionamento, afetando diretamente a parte do cérebro responsável pela memória.

Dormir menos do que o indicado, pode acarretar no aumento de beta amiloide, uma proteína do cérebro. A presença dessa proteína pode não apenas causar perda e memória, como também pode comprometer o raciocínio lógico e, em casos mais graves, acarretar em desenvolvimento de demência, aumento de risco de desenvolvimento de doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais, diabete tipo 2 e até mesmo depressão. 

Outra característica recorrente na relação entre sono e a memória é a idade de cada um, pois problemas de memória já podem ser comuns nas pessoas a partir de uma determinada idade, independentemente da qualidade do sono.

Vale lembrar que problemas de memória podem ser confundidos com sonolência, mesmo que uma coisa não esteja diretamente relacionada com a outra, porém, podem ter a mesma origem, já que uma pessoa que dorme menos que o recomendável, obviamente, vai sofrer com sonolência durante o dia, mas a pessoa que excede o tempo de sono, também pode ficar sonolenta, mesmo que em um nível menor.

 

Criando uma rotina:

Para se criar uma rotina de sono produtiva, especialistas aconselham o básico: determinar o horário específico e fazer de tudo para segui-lo. Contudo, para se dormir, é preciso ter sono, e uma boa estratégia para isso é evitar dormir durante o dia, se possível, evitar até mesmo ficar deitado durante o dia, para que dessa forma o sono aconteça da forma mais natural e rápida possível.

O importante é dormir quando se tiver sono, portanto, caso a pessoa tenha dificuldade para dormir, o recomendado é que ela não insista. A recomendação é levantar e se dirigir para um local da casa com iluminação fraca, mas nada de visor de celular ou monitores de TV e computador, pois a luz emitida por esses aparelhos atrapalha a visão e confundem o metabolismo, dificultando o sono ainda mais. A pessoa deve ficar sozinha e sentada até que o sono venha.

Pessoas que fazem atividade física e que mantém uma boa alimentação, possuem uma facilidade maior para pegar no sono, possibilitando uma maior facilidade para seguir a rotina de sete horas de sono.

 

Entretanto, nenhuma dica é mais importante do que saber escolher um colchão adequado para seu corpo.

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